Para
classificar um vinho, deve levar-se em conta:
Açúcar – É a quantidade de açúcar
que define a classificação em seco, doce ou suave. Os
secos devem possuir, no máximo, 5g/l de açúcar,
(especificação aferida pela Legislação Vitivinícola
Brasileira), pois o processo de fermentação é conduzido
até que seja eliminado o açúcar presente no mosto,
(sumo de uva). Já aos suaves, é adicionado açúcar,
e como este não é consumido pela levedura, durante a fermentação
alcoólica, se acumula no meio, fator este, que acaba escondendo
as características aromáticas das uvas.
Coloração _ A uva de origem dá a coloração
ao vinho, mas esta pode mudar após o processo de envelhecimento.
Elaboração _ É a elaboração
que origina produtos diferentes.
Envelhecimento _ O tempo de envelhecimento é definido
pelas características do vinho, sendo que, ums podem ter qualidade
mesmo jovens, e outros necessitam envelhecer, para que a mesma seja
adquirida com o tempo. Os vinhos jovens são mais perecíveis,
(duram em média dois anos), de paladar agradável, o aroma
da fruta é mais marcante, (podendo este assemelhar-se ao de flores),
e a coloração mais viva. Os vinhos envelhecidos, (em barris
de carvalho, ou na própria garrafa), têm uma evolução
do “bouquet”, onde o seu aroma se torna mais forte, (assemelhando-se
a manteiga ou baunilha, quando o processo é feito em barris de
carvalho), e a coloração torna-se mais opaca.
Safra _ Alguns vinhos possuem no rótulo a safra de uvas
que lhes deu origem.
Tipo de uva _ O nome da variedade que deu origem ao vinho, está
presente no rótulo, e esta deve representar 65% da sua composição,
e neste caso o vinho é classificado como Varietal, (se não
possuir Denominação de Origem). No caso do vinho classificado
de Assemblage, ele é elaborado a partir da mistura de outros
vinhos, em proporções diferentes.