A MAGIA DOS TEMPEROS

Tão sutis e ao mesmo tempo tão marcantes, os temperos dão o toque mágico e imprescindível a cada prato.
Para isso, é preciso saber quando e quanto deve fazer parte de cada receita, para que resulte numa composição perfeita de aromas e sabores, e assim, todos os sentidos sejam despertados e convidados a um passeio agradavelmente sedutor pelos caminhos do paladar.

A FUNÇÃO DOS TEMPEROS

Quando inalamos o aroma de um prato preparado com ervas aromáticas, raízes, sementes ou caules, ativamos as células nervosas das narinas, as quais transmitem o estimulo ao nosso cérebro, informando que o alimento do qual se origina o aroma, está a caminho. Então, o cérebro envia esta mensagem às glândulas salivares, e as avisa para que elevem a produção de saliva, aumentando assim a produção de uma enzima responsável pela digestão dos carboidratos, (batata, pão, macarrão e massas em geral). Ao mesmo tempo, o cérebro envia também uma mensagem ao estômago, para que este aumente a quantidade de ácido clorídrico (principal elemento do suco gástrico). Ao mesmo tempo também, a secreção de uma substância hormonal que ativa o pâncreas e o fígado, é estimulada no intestino, e prepara estes dois órgãos para o início do processo digestivo.

A HISTÓRIA DAS PLANTAS AROMÁTICAS


Os egípcios foram os primeiros a utilizar os aromas das plantas, (no início para a confecção de perfumes), a partir do momento em que o homem aprendera a fazer fogo e observara que certos arbustos liberavam aromas agradáveis ao serem queimados. Os perfumes eram usados em cerimônias religiosas, e apenas pelos sacerdotes. Há registros que citam a utilização do incenso no templo de Mênfis (no Egito), nos altares de Confúcio (na China), e nos tabernáculos de Jerusalém.

Datam de 1552 os primeiros registros das ervas americanas, cuja origem índia e conhecimento das culturas indígenas tornam os escritos de Juan Badianus, um médico mexicano, muito procurados pelos estudiosos da área. Assim como Badianus, um médico espanhol, Monardes, também escreveu sobre as ervas do Novo Mundo.
Estendeu-se até à época da República o interesse por ervas, mas foram os “shakers”, grupo religioso cuja filosofia de vida se baseava na simplicidade, que expandiram e intensificaram a importância das ervas na América, cujo valor econômico durou mais de cem anos.
Thomas Jefferson, plantava pessoalmente suas ervas preferidas, entre elas: tomilho, lavanda e alecrim.

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OBS:Por esta seção ainda estar em construção, apenas os links referentes às páginas prontas estão ativados.
Espero em breve colocar à sua disposição, o conteúdo na íntegra.
Até lá, obrigada pela compreensão, e desculpe-me pelo transtorno.

Açafrão

Aipo

Alcaparra

Alecrim

 

Alho

Alho Poró

 

Allspice

 

Alfavaca

 

Angélica

 

Anis

 

Anis Estrelado

 

Aneto

Arruda

Azedas

 

Baunilha

 

Borragem

Camomila

Cardamomo

 

Canela

Cebola

Cebolinha

Cerefólio

Coentro

Colorifico

 

Cominho

 

Cravo-da-India

 

Endro

Eruca

Erva-Cidreira

Erva-Doce

Estragão

Gengibre

 

Gergelim

 

Ginseng

 

Kummel

Hortelã

Levístico

Louro

Manjericão

Manjerona

Mostarda

Noz-Moscada

Oregano

Páprica

 

Papoula

 

Pimenta Caiena

 

Pimenta Cumaí

 

Pimenta Branca

 

Pimenta Calabresa

 

Pimenta da Jamaica

 

Pimenta de Cheiro

 

Pimenta do Reino

 

Pimenta Malagueta

 

Raiz Forte

 

Rosmaninho

 

Salsa

Sálvia

Tomilho

Verbena

Yacon

Zimbro

MISTURAS CLÁSSICAS DE TEMPEROS
 

Bouquet Garni

Cartepris

Curry

Fines Herbes

Herbes de Provence

Zattar

SABOR

/RECEITAS